As emissões otoacústicas avaliam o funcionamento das células sensoriais do ouvido interno (cóclea). É um exame objetivo, rápido e indolor, muito usado na triagem auditiva de recém-nascidos (o "teste da orelhinha").
É um exame que capta as respostas sonoras produzidas pelas células da cóclea quando estimuladas, indicando se essa parte da audição está funcionando adequadamente.
Para que serve?
Serve para triagem auditiva neonatal, avaliação da função coclear e complemento na investigação de perdas auditivas.
Como é realizado?
Uma sonda delicada é posicionada no canal auditivo, emite sons e registra as respostas da cóclea. Não exige resposta voluntária, sendo ideal para bebês. É indolor.
Quando é indicado?
É indicada na triagem auditiva de recém-nascidos, na investigação de perdas auditivas e no monitoramento da função coclear em situações de risco.
MB
Conteúdo educativo com revisão médica: Dr. Michel Beluche — Otorrinolaringologista · CRM-SP 111.959 · RQE 36.671. Atualizado em 01/09/2026. Não substitui a consulta médica individualizada.
Dúvidas frequentes
Perguntas sobre emissões otoacústicas
Sim, as emissões otoacústicas são um dos exames usados na triagem auditiva neonatal, conhecida como teste da orelhinha.
O exame é mais fácil com o bebê calmo ou dormindo, pois assim há menos ruído. É rápido e indolor.
Nem sempre. Uma alteração indica a necessidade de avaliação complementar; nem todo resultado alterado significa perda auditiva.
Nenhuma dor. O exame é totalmente silencioso e confortável, durando cerca de 5 a 10 minutos. Na maioria das vezes, o bebê permanece dormindo tranquilamente durante todo o procedimento.
Não necessariamente. Presença de vérnix (gordura natural do parto) ou líquido amniótico no conduto pode bloquear o som temporariamente. Por isso, a falha exige reteste e avaliação com o otorrinolaringologista.
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