Crianças e famílias

Otorrinolaringologia infantil

Cuidado do ouvido, nariz e garganta na infância — com escuta atenta à família e integração com Pediatria, Fonoaudiologia e Neuropediatria quando necessário.

Revisão médica especializada
Resposta rápida

Na criança, otorrinolaringologia trata condições muito frequentes e com alto impacto no desenvolvimento: otites de repetição, respiração pela boca, ronco e apneia, hipertrofia de adenoide e amígdalas e alterações da audição infantil. Investigar cedo faz diferença para a fala, o sono, o crescimento facial e o rendimento escolar.

Quando levar seu filho ao otorrino?

Principais quadros na infância

Avaliação da audição na criança — exames por idade

Tratamentos e cirurgias na infância

Cuidado integrado. Muitos casos infantis são melhor resolvidos com atuação conjunta entre otorrinolaringologia, pediatria, fonoaudiologia e — quando pertinente — neuropediatria/neurologia.

Dúvidas frequentes

Dúvidas sobre saúde de ouvido, nariz e garganta em crianças

Sim. A presença de ronco noturno frequente, sono agitado com despertares, respiração com a boca aberta e pausas respiratórias em crianças é muito sugestiva de hipertrofia da adenoide ("carne esponjosa no nariz") e das amígdalas. A respiração bucal crônica pode causar apneia obstrutiva do sono infantil, prejudicar a oxigenação cerebral, alterar o crescimento da face e arcada dentária e provocar desatenção escolar. A nasofibroscopia infantil realizada no consultório avalia com segurança o tamanho da adenoide e direciona para tratamento clínico ou cirúrgico.

As crianças são anatomicamente mais vulneráveis a otites médias devido à tuba auditiva (canal de ventilação entre o nariz e o ouvido), que na infância é mais curta, horizontal e estreita. Quando a criança fica resfriada ou tem crises de rinite, a secreção nasal sobe com facilidade para o ouvido médio, acumulando líquido e bactérias. Casos de repetição (três ou mais otites ao ano) exigem avaliação médica cuidadosa para proteger a audição e avaliar condutas como medicação preventiva ou colocação de tubo de ventilação.

A audição é a base para o desenvolvimento da linguagem oral. Crianças com perdas auditivas leves ou flutuantes — como as causadas pelo acúmulo de líquido sem dor atrás do tímpano (otite média serosa) — escutam ruídos mas não conseguem distinguir as consoantes, atrasando a fala. Se a criança não atende ao ser chamada, pede para repetir palavras, fala alto ou tem trocas fonéticas persistentes, a avaliação audiológica com audiometria infantil e imitanciometria com o otorrinolaringologista é indispensável.

Não. No consultório do Dr. Michel Beluche em Piraju/SP, o atendimento infantil é realizado com total acolhimento, paciência e abordagem lúdica. Os exames de ouvido, nariz e garganta são indolores e feitos sem agressividade. Quando há indicação de videoendoscopia ou exames auditivos, tudo é explicado com delicadeza aos pais e à criança, permitindo um diagnóstico tranquilo e sem traumas para a família.

Aos 2 anos de idade, espera-se que a criança já junte duas palavras com sentido (como "quer água" ou "dá bola") e tenha vocabulário de pelo menos 50 palavras. Atrasos além desse marco devem ser avaliados pelo médico.

Muitas crianças aceleram o desenvolvimento da fala rapidamente após a recuperação da audição. Em alguns casos, pode ser recomendada fonoterapia complementar para corrigir vícios de articulação que ficaram gravados.

Se a secreção no ouvido persistir por mais de 3 meses sem melhora com medicamentos, a colocação de um minúsculo tubo de ventilação no tímpano é um procedimento simples e muito seguro que restaura a audição de forma imediata.

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Avaliação clínica, exames adequados à idade e conduta com escuta à família — em Piraju/SP.

Dr. Michel Beluche · CRM-SP 111.959 · RQE 36.671
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