Cuidar da audição é cuidar da comunicação e da qualidade de vida. Conheça os principais exames audiológicos e hábitos que protegem o seu ouvido.
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A saúde auditiva envolve prevenir, avaliar e tratar alterações da audição ao longo da vida. Exames como audiometria, imitanciometria, emissões otoacústicas e BERA/PEATE permitem medir a audição de forma objetiva. Proteger-se do ruído excessivo e investigar sintomas precocemente são atitudes-chave.
Evitar exposição prolongada a sons muito altos e usar proteção auditiva quando necessário.
Controlar o volume de fones de ouvido e respeitar pausas.
Não introduzir objetos no ouvido e tratar infecções adequadamente.
Investigar precocemente sintomas como zumbido e perda auditiva.
Principais exames audiológicos
Audiometria
Mede a audição em diferentes frequências e intensidades (tonal e vocal).
Imitanciometria
Avalia o tímpano e a orelha média, incluindo a mobilidade da membrana.
Emissões otoacústicas
Verificam o funcionamento das células do ouvido interno; usada também na triagem neonatal.
BERA / PEATE
Avalia a via auditiva sem depender da resposta voluntária; útil em bebês.
Outros exames — como audiometria de alta frequência, audiometria infantil e ocupacional, potenciais evocados e avaliação do processamento auditivo (PAC) — podem ser indicados conforme a necessidade de cada paciente.
Quando avaliar a audição?
A avaliação é recomendada diante de qualquer alteração perceptível, zumbido, exposição a ruído no trabalho, histórico familiar de perda auditiva e nas fases importantes do desenvolvimento infantil. A periodicidade ideal é orientada pelo médico.
MB
Conteúdo educativo com revisão médica: Dr. Michel Beluche — Otorrinolaringologista · CRM-SP 111.959 · RQE 36.671. Atualizado em 01/09/2026. Não substitui a consulta médica individualizada.
Dúvidas frequentes
Perguntas sobre exames de audição
É o exame que avalia a capacidade de ouvir sons em diferentes frequências e intensidades. Ajuda a identificar a presença e o grau de perda auditiva e a direcionar a conduta.
É um exame que avalia a resposta do sistema auditivo a estímulos sonoros. Como não depende da resposta voluntária, é especialmente útil em bebês e em situações específicas.
Depende da idade, da exposição a ruído e da presença de sintomas. Diante de qualquer alteração auditiva ou zumbido, a avaliação deve ser realizada, e a periodicidade é orientada pelo médico.
Não. Os exames audiológicos são indolores e não invasivos. Alguns exigem apenas que o paciente permaneça em silêncio ou responda a estímulos sonoros.
Sim. Se a via auditiva não receber a estimulação sonora correta, o córtex cerebral auditivo passa por uma privação sensorial, tornando a reabilitação mais difícil com o passar do tempo. A intervenção precoce preserva a capacidade cerebral de entender a fala.
Os aparelhos auditivos modernos são microprocessadores digitais personalizados que amplificam apenas as frequências que o paciente precisa, comprimindo ruídos incômodos e priorizando a clareza da voz humana.
Sim. O uso prolongado de fones de ouvido em volume alto, histórico familiar de otosclerose ou infecções recorrentes de ouvido podem antecipar a perda de frequências agudas em jovens e adultos em idade produtiva.
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